Um órgão marcando o tempo, uma batida chill out, vocais pop masculinos.
E o patinador no gelo vendendo Rexona.
Adorei a trilha!
A agência é a Ponce Buenos Aires, produção da MJZ e direção de Joaquin Baca-Asay.
Um órgão marcando o tempo, uma batida chill out, vocais pop masculinos.
E o patinador no gelo vendendo Rexona.
Adorei a trilha!
A agência é a Ponce Buenos Aires, produção da MJZ e direção de Joaquin Baca-Asay.
“Orchestra Electromagnética” é o mais recente album lançado pelo produtor Luiz Macedo (Karnak), em julho. É um projeto coalhado de convidados talentosos. Ontem foi lançado o clipe da faixa “Brazilianism”, dirigido por Lea Van Steen. Baião eletrônico com um time de primeira: Toninho Ferragutti no acordeon, Marcos Bowie (também do Karnak) na voz, Fabio Tagliaferri na viola, Adriana Holtz no cello (as cordas criam uma melodia ascendente que vai envolvendo o ouvinte à medida em que se desenvolve)… Ouça:
http://www.youtube.com/watch?v=FJxpKu7MBwA
E depois compre o disco aqui.

Ela é filha de Itamar Assumpção, cantor e compositor da chamada “vanguarda paulista”, morto em 2003.
Anelis Assumpção é uma presença, um estrondo, voz cristalina e letras surpreendentes, na esteira do pai. De quem ela não precisa mais. Já é, apenas – e muito. Acaba de lançar seu segundo album, “Anelis Assumpção e os Amigos Imaginários”. Que promete ser um dos melhores de 2014.
Derek Klingenberg, fazendeiro e tocador de trombone, não poderia ter audiência mais sincera: seu rebanho de vacas. Hora de chamá-las para o curral, lá vai ele. Senta-se na imensidão vazia do Kansas e ataca de “Royals”, hit do ano passado da neozelandesa Lorde. Do nada, lá vem elas, atentas e hipnotizadas, sua fiel audiênca. Zen.
Aqui, o original:
Quem foi aos estádios durante a Copa do Mundo ouviu, entre outras, “Thunderstruck” do AC/DC como trilha para aquecer os minutos que antecederam ao inicio dos jogos. Agora essa mesma música ganhou um adrenalizado cover acústico e “hillbilly” do quinteto finlandês Steve’n’Seagulls, com direito a banjo, sanfona, colher e bigorna. Na mosca:
Abaixo, a original dos australianos:
Janelle Monáe é matadora. Já conhecia e babava por seu trabalho, mas quando assisti a seu show no Rock In Rio de 2011 (aqui!) a casa caiu: não tem artista no terreno do black, soul e afins que se compare a ela. Não pela potência vocal (existem cantoras com voz bem mais forte que Janelle), mas pela inteligência musical, bom gosto e escolha de repertório precisa.
Bem, em 2013 ela lançou seu segundo album de estúdio, “The Electric Lady”, sucessor do inacreditável “The ArchAndroid”. O engraçado é que só agora, quase um ano depois, é que saiu o clipe oficial da faixa titulo. Mas não importa: “Electric Lady” é um funk clássico como se fazia na passagem dos anos 70 pros 80, porém com a sonoridade atualizada. Pra dançar, e muito. Som na caixa, DJ:
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